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19 de junho de 2014

Reflexão do dia...

O Monge e a Vaca

Um monge e seu discípulo seguiam caminho pela montanha, em direção a um mosteiro onde permaneceriam por um ano. Com a aproximação da noite, procuraram um lugar onde pudessem pernoitar. Logo adiante avistaram uma casinha isolada, simples e rústica, onde morava uma família muito pobre. O monge pediu à família um quarto onde pudessem dormir e seguir viagem na manhã seguinte.

O dono da casa, muito solícito, ofereceu um pequeno quarto disponível, mas se desculpou por não ter cama nem nenhum tipo de conforto. Era apenas um chão forrado de palha. O monge disse que só aquilo já estava ótimo. Na manhã seguinte foram tomar o desjejum. À mesa havia apenas um pouco de leite, queijo e um mingau ralo. Novamente o dono casa se desculpou por não poder oferecer uma refeição melhor e o monge respondeu dizendo que, para eles, aquilo era um banquete. Enquanto comiam, o monge perguntou ao dono da casa:

– Neste lugar não há sinais de comércio ou trabalho. De onde vocês tiram seu sustento?

O dono da casa respondeu:

– Ah, temos aqui atrás da casa uma vaquinha milagrosa. Ela nos dá muito leite todos os dias e, com isso, conseguimos fazer queijo, coalhada e mingau. E dessa forma vamos sobrevivendo.

O monge agradeceu a hospitalidade e, junto com o discípulo, seguiram viagem. Haviam andado poucos metros quando o monge parou, deu meia-volta, contornou a casa e soltou a vaquinha do pasto. Levou-a até o precipício e, então, atirou o animal lá de cima. O discípulo, espantado e revoltado com o mestre, exclamou que ele havia acabado com a única fonte de sustento da família que os hospedaram tão gentilmente. O mestre não disse mais nada e, em silêncio, rumaram para o mosteiro.

Passado um ano, o monge e seu discípulo resolveram retornar à cidade e, para isso, teriam que percorrer o mesmo caminho por onde vieram. Descendo as encostas da montanha e com a noite se aproximando, resolveram procurar um lugar para passar a noite. Foram, então, em direção à casinha rústica da família que os hospedara antes. Chegando lá, viram que o lugar estava diferente. A casa da qual lembravam não existia mais. No lugar, um belo casarão, bem pintado e decorado despontava na paisagem, juntamente com diversas carroças e um agradável jardim.

Chamaram pelo dono da casa e este os veio receber. Era o mesmo homem de antes, porém estava mais bem nutrido, feliz e suas roupas não eram os trapos de antes. Acolheu os monges com um largo sorriso e ofereceu-lhes um quarto que, desta vez, era maior, mobiliado e com duas camas confortáveis. Pela manhã, no café, serviram suco, frutas, pães, queijos, ovos e outras guloseimas. Enquanto comiam, o monge perguntou ao dono da casa:

– Neste lugar não há sinais de comércio ou trabalho. De onde vocês tiram todo seu sustento?

O dono da casa respondeu:

– Ah, ocorreu uma tragédia conosco há um ano. Nossa vaquinha leiteira, única fonte de sustento da família, se soltou do pasto e caiu no precipício. Entramos em grande aflição e nos vimos obrigados a procurar outras formas de nos manter. Assim, aprendemos a plantar e cultivar diversas frutas e hortaliças, começamos a fazer produtos próprios e comercializá-los lá na cidade. Assim, graças à perda da nossa vaquinha, hoje temos uma vida muito melhor do que antes.

o monge e a vaca

MORAL DA HISTÓRIA: Na maioria das vezes, nós não acreditamos em nossas capacidades. Nos acomodamos com a situação na qual nos encontramos. Porém, existem momentos que nós precisamos empurrar nossa vaquinha no barranco para alcançar o sucesso. Será que não esta na hora de você empurrar a sua vaquinha? Pense nisso!

Domínio público

19 de maio de 2014

Reflexão da semana…

Autobiografia em 5  capítulos

Capítulo 1:

Ando pela rua.
Há um buraco fundo na calçada
Eu caio
Estou perdido... sem esperança.
Não é culpa minha.
Leva uma eternidade para encontrar a saída.


Capítulo 2:

Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada
Mas finjo não vê-lo.
Caio nele de novo.
Não posso acreditar que estou no mesmo lugar.
Mas não é culpa minha.
Ainda assim leva um tempão para sair.

Capítulo 3:

Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada
Vejo que ele ali está
Ainda assim caio... é um hábito.
Meus olhos se abrem
Sei onde estou
É minha culpa.
Saio imediatamente.

Capítulo 4:

Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada
Dou a volta.

Capítulo 5:

Ando por outra rua.

(Portia Nelson)

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14 de maio de 2014

Reflexão do dia…

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“Quando me dirijo ao mundo interior, não é para escapar do barulho incessante das ações, das exigências e confusões dos outros. Não é para alienar-me dos acontecimentos e das pessoas. É para fertilizar o solo interno, onde todas as minhas virtudes e poderes podem brotar, crescer e desabrochar. Quando estou bem alimentado por dentro, não me torno um mendigo do amor ou de respeito, porque sei ser meu próprio amigo e amigo dos outros."

Ken O'Donnell

12 de maio de 2014

Reflexão do dia…

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“Cultive o hábito de criar pensamentos realmente pacíficos e poderosos. Aprenda a ficar em paz no silêncio e você nem precisará pensar. Pensamentos bons e benéficos surgirão naturalmente. Novas ideias virão na sua mente. Se algo precisa ser feito, isso virá de forma sutil e tranquila. Assim, se você tiver que encontrar alguém, essa pessoa virá até você sem que você a chame. Permaneça em paz e os pensamentos que você tiver serão colocados na prática."

Dadi Janki

9 de maio de 2014

Reflexão do dia…

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“Cuide-se, mantenha sua paz. Foque sua consciência na sua forma espiritual – uma pequenina estrela como um minúsculo ponto de luz no centro da testa. Experimente realmente a diferença entre você, a Estrela Brilhante, e você, o corpo, o veículo físico. O cansaço acabará e a irritação também. Suas ações serão preenchidas de amor, para si e para os outros.”

Brahma Kumaris

7 de maio de 2014

Para refletir…

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E se Deus tivesse falado:


“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes,
cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.
Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo
construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas
montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu
vivo e aí expresso meu amor por ti. Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver
comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso? Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única
coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de
alerta seja teu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há
pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um
registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou
um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?
Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo.
Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o
jeito de me louvar.
Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te
ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações?
Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti.

BARUCH SPINOZA (1632-1677)

6 de maio de 2014

Reflexão do dia….

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"A consciência humana é o guia pessoal e o elo com a Fonte universal da verdade. É possível e prático estar em contato com a consciência, sentir suas pontadas e mordidas, escutar quando ela fala. Quando sentamos no banco do motorista, temos liberdade de escolha: seguir adiante, parar, dar a volta, entrar no fluxo, ceder passagem, sinalizar. Podemos escolher agir com base nos princípios mais íntimos e valores corretos ou reagir com base nas circunstâncias externas negativas. Manter a consciência conectada com a Fonte é o segredo para fazer as melhores escolhas."

Brahma Kumaris

5 de maio de 2014

Reflexão do dia…

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“Determinação significa eliminar a dúvida. Com base no meu discernimento, todos os dias de manhã, elevo minha consciência acima de todas as coisas que estão acontecendo em minha vida. A partir desse estado mental procuro nutrir, com confiança e entusiasmo, os meus pensamentos. Ao retomar a meta, a determinação ganha força e velocidade."

Brahma Kumaris

3 de maio de 2014

Reflexão do dia…

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"Não podemos determinar exatamente o que irá acontecer amanhã ou depois, mas podemos colocar em movimento uma energia positiva com a esperança de que ela voltará para nós. Quando alguém joga uma pedra no meio de um lago, as ondas formadas irradiam até a borda e depois voltam em contracorrente até o centro. Da mesma forma, a benção que emitimos para o mundo voltará para nós. Projetamos nossa virtude ao desconhecido, como uma oração que alça voo em direção ao divino e traz a recompensa, em algum momento, para aquele que rezou."

BK

2 de maio de 2014

Reflexão do dia…

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“Quando há apego, vem a preocupação, e com ela surge a necessidade de ter controle sobre tudo. Porém, quanto mais queremos controlar as pessoas ou as situações, mais elas nos escapam. Desapego não significa ignorá-las ou delas afastar-se, desapego é não se afetar negativamente com elas. Na consciência de ser um observador desapegado, procure estabilizar suas emoções e fique além do efeito dos acontecimentos externos.”

Brahma Kumaris

1 de maio de 2014

Reflexão do dia…

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“Você já percebeu o impacto de suas ações corretas e quanto tais ações podem influenciar muitos outros? Os outros podem não seguir suas palavras mas eles definitivamente verão você e farão o mesmo. Os grandes professores são: sua face, suas palavras e sua atividade. Quando suas ações têm tal clareza e verdade, o coração dos outros é tocado.”

Dadi Janki

29 de abril de 2014

Reflexão do dia…

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"Ser sábio sobre o significado da palavra agora é a arte de ver que cada momento tem seu valor próprio, mesmo que a experiência de tal momento não esteja conectada com qualquer uma de nossas ambições, metas ou preocupações mentais. O significado do tempo dos relógios não é nada quando comparado com a experiência de não sentir o tempo, de estar completamente presente e imerso na tarefa que está sendo realizada."

Mike George

24 de abril de 2014

Reflexão do dia…

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Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que adorava   ensinar sua filosofia para os jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda que ele ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos contra-atacava com velocidade fulminante.

O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. E, conhecendo a reputação do velho samurai, estava ali para derrotá-lo, aumentando sua fama de vencedor.

Todos os estudantes manifestaram-se contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos - ofendeu inclusive seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho mestre permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo fato do mestre ter aceito tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: Como o senhor pode suportar tanta indignidade ?Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?

- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente ? - perguntou o velho samurai.
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre.

Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo.

(autor desconhecido)

23 de abril de 2014

Sobre a dor…

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“Se seu sofrimento e dificuldades são tão grandes, meus parabéns! Porque você conta com um dos fatores indispensáveis para progredir, você tem aquilo que pode leva-lo a superar-se, você conta com o que faz o ser humano realizar-se, tornar-se melhor, transforma-se, curar-se, (…). Você tem aquilo sem o qual o ser humano deteriora-se na estagnação, ou mesmo regride. Você tem a arma da vitória, que é o desafio do sofrimento. (…) A dor impulsiona o engrandecimento. suas dificuldades lhe são desafio. Você tem um desafio! Aceite-o. Enfrente-o. Aproveite-o para sua evolução. Aceite sua situação difícil não com uma desgraça e motivo para lamuriar-se, não  como algo que vai destruí-lo, mas como a condição necessária para desenvolver suas potencialidades (…). A falta de pernas faz nascer asas no verdadeiro homem”

Professor Hermógenes

(trecho do livro Yoga para Nervosos)

22 de abril de 2014

Reflexão do dia…

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“Paciência é uma daquelas virtudes que pode transformar um momento de grande ansiedade em quietude, uma rápida agitação mental no fluir suave de um rio. Na presença de uma pessoa paciente somos envoltos por uma aura de calma como se entrássemos na luz tranquila da ausência de pressa dela. Mesmo quando ela está ocupada, a qualidade da sua ocupação irradia paciência. Para ser paciente, observe a natureza. A natureza é sempre pacientemente ocupada.”

Mike George