7 de abril de 2011

Indicação de livros


Sobre o livro: Fisiologia da Alma
Ramatís (Espírito)
Obra psicografada por Hercílio Maes,
12ed. Limeira; SP. Editora do Conhecimento, 2001.
A obra se refere aos vícios que afetam o perispírito e a vida do ser durante a vida e após o desencarne. Trata das conseqüências físicas e energéticas nesse plano e no mundo espiritual. Aborda a necessidade de nossa renovação urgente e do cultivo das virtudes para se ter uma vida digna e sadia. Afirma que os vícios afetam profundamente o magnetismo do perispírito.
Algumas citações que eu destaquei:
“(...) a maior conquista do homem ainda não é a interplanetária, mas a vitória em si mesmo ao vencer suas paixões, vícios e orgulho, que demoram a alma na vestimenta da personalidade humana” (p.18).
Sobre alimentação carnívora e vegetarianismo:
“(...) á medida que a alma progride, é necessário, também, que o vestuário de carne se lhe harmonize ao progresso espiritual já alcançado” (p.21).
“A substância astral, inferior, que exsuda da carne do animal, penetra na aura dos seres humanos e lhes adensa a aparência natural, impedindo os altos vôos do espírito.” E mais: “(...) o veículo perispiritual é poderoso imã que atraí e agrega as emanações deletérias do mundo inferior, quando persistis nas faixas vibratórias das paixões animais. É preciso que busqueis sempre o que se afina aos estados mais elevados do espírito, não vos esquecendo que a nutrição moral também se harmoniza à estesia do paladar físico (p.26)”.
Ele destaca que “A culpa começa exatamente onde também começa a consciência quando já pode distinguir o justo do injusto, o certo do errado” (p. 34).
Sobre os prejuízos da ingestão da carne a alma, ele escreve:
“Há completa ‘coagulação físico-astral’; o sangue, que é linfa da vida e o portador dos elementos mais poderosos do mundo invisível, estagna em seu seio o ‘quantum’ de energia inferior do mundo astral e que o próprio porco carreia para o seu corpo físico” (p.41).
De acordo com a lei de tração vibratória, “(...) incorpora-se, então, ao corpo etéreo-astral do homem e abaixa as vibrações de sua aura, colando-se a delicada fisiologia etérica invisível...” (p. 41), e “(...) transforma-se em densa cortina fluídica no campo áurico do homem demasiadamente carnívoro.”, o que dificulta o processo normal de assistência espiritual, devida a barreira criada pelo baixo magnetismo. Diz que a ingestão de carne contamina a aura com o astral inferior.
Sobre o benéfico do jejum escreve:
“É a terapêutica do jejum o processo que melhor auxilia o espírito a drenar as substâncias tóxicas que provêm do astral inferior, pois, devido ao descanso digestivo, eliminam-se os fluidos perniciosos.” (p.43). “O jejum aquieta a alma e a libera em direção ao mundo etéreo; auxilia a descarga das toxinas do astral inferior, que se situam na aura humana dos ‘civilizados’” (p.44).
A ausência de carne no organismo livra-o do excesso de toxinas; na desencarnação, a alma se liberta, assim, de um corpo menos denso e menos intoxicado de albumina e uréia, que provocam o abaixamento das vibrações do corpo etérico (p.45).
O autor alerta que “Ante a comprovação científica de que a carne do animal cansado, ou com o seu metabolismo perturbado, provoca também perturbações nos que ingerem, porque ficam aumentadas as toxinas que circulam no sangue, já devíeis ter percebido que todas as vezes que ingerirdes carne estareis absorvendo um pouco do veneno animal.” (p.54).
Ele não aconselha a desistência violenta da ingestão de carne, mas lenta, deixando de comer carne vermelha, depois frango e por ultimo peixe. E condena os excessos em qualquer gênero. Diz que o desejo de comer carne demonstra a preponderância da natureza animal sobre a espiritual. Ele cita muitas obras que falam dos efeitos da alimentação carnívora e seus malefícios ao espírito e desenvolvimento espiritual.
Sobre a alimentação adequada alerta ainda para a importância do mastigar para pleno aproveitamento da energia liberada pelos alimentos: “(...) o organismo só aproveita na verdade, a energia liberada na dissociação atômica do alimento e incorpora à energia condensada do seu edifício orgânico. (p. 91-92). Sugere também algumas boas combinações dos alimentos e cita Hipócrates: “Que o teu alimento seja o teu medicamento e que o teu medicamento seja o teu alimento”.
Sobre os vícios, cita Pedro:
“(...) porque todo aquele que é vencido é também escravo daquele que o venceu” (II-2:19). E mais: “(...) o objetivo fundamental da evolução espiritual é a libertação de todas as paixões, mazelas e desejos próprios dos mundos físicos...” (p. 123). Afirma ainda que a morte não destrói os desejos porque eles são psíquicos e não físicos.
Bom, por hoje era isso!
Namaste
Thais

2 comentários:

Jurandir disse...

Oi, Thá!

Encontrei um site para fazer o download gratuito da versão integral do Livro:

http://osereosagrado.blogspot.com/2009/06/fisiologia-da-alma-ramatis.html

Beijo

Thais Yoga disse...

Valeu pela dica Ju!!!
Vale muito a pena ler o livro!
bjo